segunda-feira, 28 de março de 2011

O ZAAR

A DANÇA



Pelo aspecto ritualístico, o Zaar é uma dança de êxtase, não aceita pelo islamismo e com rito banido do Sudão pela lei de Shari'a em 1983. Funciona também como uma forma de compartilhar conhecimento e solidariedade entre as mulheres destas culturas patriarcais.

O traje usados nas cerimônias varia de acordo com o país. No Egito, as mulheres podem usar Galabya masculina. Na dança, é comum usar-se uma tunica ou a própria galabya feminina usada na Raqs al Nasha'ar (Khaleege).
Os movimentos tradicionais de zar são jogadas de cabeça e gingadas. É importante frisar que esses movimentos podem são arriscados, principalmente para pessoas com problemas na coluna cervical ou de ombros. O mais importante é relaxar a musculatura dessas regiões no movimento. Deixar o peso da cabeça mandar é mais seguro para não se machucar. Ficar tenso e com medo do movimento pode ser muito mais propício a uma lesão.

O Ritmo utilizado no Zaar Dança é o AYUBI, porém num compasso mais lento (2/4).





  Em suma, podemos arriscar em dizer q o Zaar é uma dança visceral, profunda, sagrada e profana, coalizadora do   inconsciente coletivo feminino", que transcende a qquer explicação "freudiana". Seria minimista classificar pura e simplesmente de "dança étnica" ou "ritualistica". Eu prefiro a afirmação de que o Zaar é uma dança do espírito da bailarina...

      Encerro esse artigo  com uma sensação de vazio. O tema é instigante ao pesquisador, e provoca o ímpeto de saber mais, ir mais fundo no assunto, mas incorremos no erro do desvio de foco.


" O Zaar liberta o meu espirito "



Aqui o grupo LESHJAE mostra uma fusão entre o estilo Gawazee e o Zaar




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